Cuiabá
Vice-prefeita vistoria interdições e orienta motoristas sobre o trânsito
Cuiabá
A vice-prefeita e secretária Municipal de Mobilidade Urbana, coronel Vânia Rosa, realizou, na segunda-feira (23), durante o horário de pico, a vistoria de dois pontos de interdição de trânsito em andamento na cidade de Cuiabá. Os locais visitados foram a Avenida Miguel Sutil, nas proximidades do Complexo Leblon, e o cruzamento da Morada do Ouro.
O objetivo da ação foi acompanhar de perto o fluxo de trânsito em um horário considerado crítico, por volta das 17h, e orientar motoristas quanto às alterações no tráfego.
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), tem atuado em apoio às obras executadas pelo Governo do Estado.
Segundo a vice-prefeita, essas operações têm se tornado rotineiras para a Semob. “Estamos trabalhando em parceria com a Sinfra, realizando todas as interdições e o remanejamento do fluxo de trânsito, tanto de veículos quanto de pedestres, buscando sempre atender à sociedade da melhor forma possível. Sabemos que o trânsito está bastante sobrecarregado e que as interdições geram transtornos momentâneos, mas são necessárias para melhorias futuras e para o bem da nossa cidade”, destacou.
A coronel também ressaltou a seriedade com que as demandas são tratadas pela equipe. “Sempre que recebemos uma solicitação da Sinfra sobre interdições, tratamos com muito critério e responsabilidade, nos colocando no lugar dos motoristas que estão enfrentando essas mudanças diariamente. Somos todos usuários das vias, por isso buscamos soluções viáveis dentro das possibilidades, mesmo diante da grande quantidade de obras em andamento”, explicou.
#PraCegoVer
A foto mostra a vice-prefeita e secretária da Semob, coronel Vânia Rosa, e o secretário adjunto Lucas Tavares próximos às obras da Avenida Miguel Sutil, onde meia pista da via está interditada.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Parcelamento de dívida é aprovado por unanimidade e amplia espaço fiscal de Cuiabá
Os vereadores de Cuiabá aprovaram por unanimidade, na sessão desta terça-feira (1º), o projeto de lei do Executivo que autoriza o parcelamento especial de uma dívida do Município com a União. A medida permitirá reduzir o valor das parcelas e dará maior fôlego ao caixa da atual administração, sem criar custo ou nova despesa para os cofres municipais.
O saldo da dívida considerado para a renegociação é de R$ 30,46 milhões. Atualmente, o Município possui previsão de pagamento em 42 parcelas de aproximadamente R$ 846,4 mil. Com a adesão ao programa federal, a dívida poderá ser quitada em até 360 parcelas, com atualização pelo IPCA e juros reais de 0% ao ano.
Na modalidade escolhida pela Prefeitura, a administração municipal também deverá aplicar anualmente 4% do saldo atualizado da dívida em investimentos que atendam aos critérios estabelecidos pela legislação. Ainda assim, a estimativa é de uma redução bruta de aproximadamente R$ 9,14 milhões por ano nas despesas com o serviço da dívida.
Descontado o valor que deverá ser destinado aos investimentos, o Município terá um espaço fiscal líquido estimado em R$ 7,92 milhões por ano, equivalente a cerca de R$ 660 mil por mês. Na prática, o mecanismo reduz a pressão sobre o caixa e permite que recursos antes comprometidos com o pagamento das parcelas sejam utilizados em outras áreas e obrigações da administração.
A justificativa apresentada pelo Executivo destaca que a medida representa um “expressivo alívio no fluxo de caixa mensal” e possibilita a “eliminação da onerosidade da taxa de juros” da dívida. O texto também aponta que a renegociação contribui para ampliar a capacidade financeira do Município e reduzir riscos relacionados à retenção de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Outro ponto destacado na proposta é que a operação não representa a criação de uma nova obrigação financeira. Conforme a declaração de compatibilidade fiscal assinada pelo secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo controlador-geral do Município, Eder Galiciani, a dívida já existe, está prevista no orçamento e a reestruturação apenas modifica suas condições de pagamento.
Os responsáveis pela área fiscal afirmam que a medida “não acarreta impacto orçamentário-financeiro negativo nos exercícios”. Dessa forma, o parcelamento busca melhorar o fluxo financeiro sem gerar custo extra para o Município.
A proposta também estabelece que fica “vedada a contratação de novas operações de crédito para o pagamento das parcelas”, impedindo que a renegociação seja utilizada para criar novo endividamento com essa finalidade.
A adesão está baseada na Emenda Constitucional nº 136/2025 e em regulamentações federais que permitem o refinanciamento de débitos municipais com condições mais favoráveis. A Prefeitura precisa formalizar a adesão junto à Secretaria do Tesouro Nacional até 9 de setembro de 2026.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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