Cuiabá

MT-251 passa a abrigar cerca de 330 mudas de várias espécies

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio do Horto Florestal Tote Garcia, realizou, nesta semana, o plantio de 328 mudas de árvores ao longo da MT-251, rodovia que dá acesso ao município de Chapada dos Guimarães. As mudas foram plantadas no canteiro central da via, do início da estrada até a Fundação Bradesco. A ação representa a primeira etapa do processo de arborização do ano. Ainda neste mês, está previsto o plantio de outras 1.000 mudas, que serão distribuídas em dois locais a serem definidos pela administração municipal, sendo 500 em cada.

De acordo com o secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Botura Portocarrero, o Horto Florestal atuou oferecendo todo o suporte técnico, seguindo as diretrizes do Plano Diretor de Arborização Urbana (PDAU), que prevê a ampliação da arborização no município de Cuiabá. As mudas plantadas incluem espécies como mandovi, ipê de várias cores, flamboyant e jacarandá.

“O ganho é significativo tanto para o meio ambiente quanto para a população, que em um futuro próximo poderá contemplar um cenário ainda mais bonito ao longo da MT-251”, destacou o secretário. O Horto Florestal Tote Garcia é vinculado à Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano.

A iniciativa, além de fazer parte da arborização da cidade, que precisa de mais ações nesse sentido, contempla um espaço que não tem árvores. O empresário Mario Cândia apoiou a ação patrocinando o plantio, com mão de obra e logística.

“Na avenida, a arborização estava insuficiente, em alguns lugares até inexistente. Vamos continuar plantando já na sequência dos próximos dias, prevendo a arborização completa do canteiro central da MT-251”, revelou o diretor do Horto Florestal, Fábio Moura.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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