Cuiabá

Interdições acontecem em dois trechos do Centro Histórico no final de semana

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Cuiabá

A Rua 13 de Junho, no centro de Cuiabá, será novamente interditada neste sábado (28) para continuidade das obras de drenagem executadas pela concessionária Águas Cuiabá. As obras acontecem na Rua 13 de Junho com a Av. Generoso Ponce. O bloqueio ocorrerá das 7h30 às 16h30 no trecho inicial da via, na Avenida Getúlio Vargas.

E no domingo (29), a interdição será na Rua Joaquim Murtinho, entre a Av. Dom Bosco e a Av. Generoso Ponce, para obras do Mercado Central, das 7h às 19h.

Agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública estarão presentes para orientar os motoristas e reduzir os impactos no trânsito, em ambos os locais.

Com a interdição na Rua 13 de Junho, o fluxo de veículos, incluindo os ônibus que normalmente passam pela Rua 13 de Junho, será desviado para a Rua Barão de Melgaço.

No domingo, os ônibus e demais veículos vão subir a Av. Dom Bosco e acessar a Rua Comandante Costa para chegar na Av. Generoso Ponce.

A alteração temporária exige atenção redobrada de condutores e usuários do transporte público.

A orientação é que a população fique atenta ao circular pela região e, sempre que possível, utilize rotas alternativas enquanto durar a interdição.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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