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Demilson cobra valorização de conselheiros tutelares e destaca atuação 24 horas em Cuiabá

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Andressa Sales | Assessoria do vereador Demilson Nogueira

A Tribuna Livre da Câmara Municipal de Cuiabá, nesta terça-feira (31), foi ocupado pelo conselheiro tutelar Antônio Cleiton Gaspar que levou à Casa de Leis um apelo firme pela realidade enfrentada pelos conselheiros tutelares do município e cobrou maior valorização da categoria, que atua diretamente na proteção dos direitos de crianças e adolescentes.

O convite veio por meio do vereador Demilson Nogueira (PP), que desde o início do mandato realiza um trabalho de acompanhamento das demandas da classe. 

Durante o pronunciamento, foi destacado que o Conselho Tutelar mantém funcionamento ininterrupto para atender a população. O atendimento ocorre das 8h às 18h, em horário comercial, de segunda a sexta-feira, e segue em regime de plantão das 18h às 8h do dia seguinte, garantindo que haja sempre um conselheiro disponível para atuar em situações de violação de direitos.

Mesmo diante da importância da função e da responsabilidade assumida, os profissionais ainda enfrentam dificuldades e precisam lutar constantemente por melhores condições de trabalho. 

A cobrança, segundo o parlamentar, é legítima diante da carga de trabalho e da relevância do serviço prestado à sociedade.

“É inadmissível que profissionais que exercem uma função tão essencial, garantindo a proteção das nossas crianças e adolescentes, ainda precisem lutar por condições básicas de trabalho. O Conselho Tutelar é uma das principais portas de defesa da infância e precisa ser valorizado e fortalecido”, afirmou Demilson.

O vereador reforçou que seguirá acompanhando a situação e defendendo medidas que assegurem melhores condições para o pleno funcionamento dos Conselhos Tutelares no município.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Parcelamento de dívida é aprovado por unanimidade e amplia espaço fiscal de Cuiabá

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Os vereadores de Cuiabá aprovaram por unanimidade, na sessão desta terça-feira (1º), o projeto de lei do Executivo que autoriza o parcelamento especial de uma dívida do Município com a União. A medida permitirá reduzir o valor das parcelas e dará maior fôlego ao caixa da atual administração, sem criar custo ou nova despesa para os cofres municipais.

O saldo da dívida considerado para a renegociação é de R$ 30,46 milhões. Atualmente, o Município possui previsão de pagamento em 42 parcelas de aproximadamente R$ 846,4 mil. Com a adesão ao programa federal, a dívida poderá ser quitada em até 360 parcelas, com atualização pelo IPCA e juros reais de 0% ao ano.

Na modalidade escolhida pela Prefeitura, a administração municipal também deverá aplicar anualmente 4% do saldo atualizado da dívida em investimentos que atendam aos critérios estabelecidos pela legislação. Ainda assim, a estimativa é de uma redução bruta de aproximadamente R$ 9,14 milhões por ano nas despesas com o serviço da dívida.

Descontado o valor que deverá ser destinado aos investimentos, o Município terá um espaço fiscal líquido estimado em R$ 7,92 milhões por ano, equivalente a cerca de R$ 660 mil por mês. Na prática, o mecanismo reduz a pressão sobre o caixa e permite que recursos antes comprometidos com o pagamento das parcelas sejam utilizados em outras áreas e obrigações da administração.

A justificativa apresentada pelo Executivo destaca que a medida representa um “expressivo alívio no fluxo de caixa mensal” e possibilita a “eliminação da onerosidade da taxa de juros” da dívida. O texto também aponta que a renegociação contribui para ampliar a capacidade financeira do Município e reduzir riscos relacionados à retenção de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Outro ponto destacado na proposta é que a operação não representa a criação de uma nova obrigação financeira. Conforme a declaração de compatibilidade fiscal assinada pelo secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo controlador-geral do Município, Eder Galiciani, a dívida já existe, está prevista no orçamento e a reestruturação apenas modifica suas condições de pagamento.

Os responsáveis pela área fiscal afirmam que a medida “não acarreta impacto orçamentário-financeiro negativo nos exercícios”. Dessa forma, o parcelamento busca melhorar o fluxo financeiro sem gerar custo extra para o Município.

A proposta também estabelece que fica “vedada a contratação de novas operações de crédito para o pagamento das parcelas”, impedindo que a renegociação seja utilizada para criar novo endividamento com essa finalidade.

A adesão está baseada na Emenda Constitucional nº 136/2025 e em regulamentações federais que permitem o refinanciamento de débitos municipais com condições mais favoráveis. A Prefeitura precisa formalizar a adesão junto à Secretaria do Tesouro Nacional até 9 de setembro de 2026.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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