Cuiabá
Câmara Municipal de Cuiabá retoma sessões ordinárias nesta terça-feira (03)
Cuiabá
SECOM | Câmara Municipal de Cuiabá
A Câmara Municipal de Cuiabá retoma, nesta terça-feira (3), os trabalhos plenários de 2026 com a realização da primeira sessão ordinária do ano, prevista para as 9h (nove horas), no Plenário das Deliberações “Paulo Borges”. A sessão será transmitida ao vivo pelas plataformas digitais do Legislativo cuiabano, garantindo amplo acesso da população às atividades da Casa de Leis.
Nesta segunda-feira (2), servidores do Legislativo municipal restabeleceram as funções administrativas exclusivamente de forma presencial, encerrando o período de teletrabalho que ocorreu para execução de obras estruturais na Câmara de Cuiabá. A medida visou garantir a continuidade das ações parlamentares e o pleno funcionamento da Casa.
Sobre as perspectivas para 2026, a presidente da Mesa Diretora, vereadora Paula Calil (PL), destacou que seguirá atuando com eficiência, transparência e compromisso com a população.
“Trabalharemos para que possamos ter um ano mais produtivo, com resultados concretos para a sociedade. Nosso foco continuará sendo a população, com atenção especial às áreas essenciais, como segurança, saúde, educação e demais serviços públicos”, afirmou a presidente.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Parcelamento de dívida é aprovado por unanimidade e amplia espaço fiscal de Cuiabá
Os vereadores de Cuiabá aprovaram por unanimidade, na sessão desta terça-feira (1º), o projeto de lei do Executivo que autoriza o parcelamento especial de uma dívida do Município com a União. A medida permitirá reduzir o valor das parcelas e dará maior fôlego ao caixa da atual administração, sem criar custo ou nova despesa para os cofres municipais.
O saldo da dívida considerado para a renegociação é de R$ 30,46 milhões. Atualmente, o Município possui previsão de pagamento em 42 parcelas de aproximadamente R$ 846,4 mil. Com a adesão ao programa federal, a dívida poderá ser quitada em até 360 parcelas, com atualização pelo IPCA e juros reais de 0% ao ano.
Na modalidade escolhida pela Prefeitura, a administração municipal também deverá aplicar anualmente 4% do saldo atualizado da dívida em investimentos que atendam aos critérios estabelecidos pela legislação. Ainda assim, a estimativa é de uma redução bruta de aproximadamente R$ 9,14 milhões por ano nas despesas com o serviço da dívida.
Descontado o valor que deverá ser destinado aos investimentos, o Município terá um espaço fiscal líquido estimado em R$ 7,92 milhões por ano, equivalente a cerca de R$ 660 mil por mês. Na prática, o mecanismo reduz a pressão sobre o caixa e permite que recursos antes comprometidos com o pagamento das parcelas sejam utilizados em outras áreas e obrigações da administração.
A justificativa apresentada pelo Executivo destaca que a medida representa um “expressivo alívio no fluxo de caixa mensal” e possibilita a “eliminação da onerosidade da taxa de juros” da dívida. O texto também aponta que a renegociação contribui para ampliar a capacidade financeira do Município e reduzir riscos relacionados à retenção de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Outro ponto destacado na proposta é que a operação não representa a criação de uma nova obrigação financeira. Conforme a declaração de compatibilidade fiscal assinada pelo secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo controlador-geral do Município, Eder Galiciani, a dívida já existe, está prevista no orçamento e a reestruturação apenas modifica suas condições de pagamento.
Os responsáveis pela área fiscal afirmam que a medida “não acarreta impacto orçamentário-financeiro negativo nos exercícios”. Dessa forma, o parcelamento busca melhorar o fluxo financeiro sem gerar custo extra para o Município.
A proposta também estabelece que fica “vedada a contratação de novas operações de crédito para o pagamento das parcelas”, impedindo que a renegociação seja utilizada para criar novo endividamento com essa finalidade.
A adesão está baseada na Emenda Constitucional nº 136/2025 e em regulamentações federais que permitem o refinanciamento de débitos municipais com condições mais favoráveis. A Prefeitura precisa formalizar a adesão junto à Secretaria do Tesouro Nacional até 9 de setembro de 2026.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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