Cuiabá

Câmara assina termo de cooperação técnica com a Universidade de Cuiabá

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Cuiabá

Por Thalita Queiroz – SECOM/Câmara Municipal de Cuiabá

A Câmara Municipal de Cuiabá, por meio da presidente Paula Calil (PL), assinou, na manhã desta quarta-feira (06), um termo de cooperação técnica com a Universidade de Cuiabá (UNIC), com o objetivo de estreitar os laços entre o Legislativo cuiabano e a instituição de ensino.

Com a parceria, a UNIC poderá participar de atividades promovidas pela Casa, como palestras e projetos sociais. Em contrapartida, a Câmara também integrará, de forma direta, as ações realizadas pela universidade.

A presidente Paula Calil destacou que a proposta é desenvolver iniciativas voltadas ao bem comum da sociedade.

“Temos a intenção de firmar parcerias nas áreas da saúde, saúde mental e direito. Esse é o primeiro passo para que possamos promover essa troca entre as instituições”, afirmou a chefe do Legislativo.

A coordenadora da Escola do Legislativo, Amanda Fares, explicou que o próximo passo será a nomeação de uma coordenação responsável pelos projetos, para então definir as ações e concretizar a parceria.

Já a reitora da UNIC, Maria Angélica Motta, ressaltou os benefícios que o termo de cooperação trará para o desenvolvimento tanto da Câmara Municipal quanto da própria universidade.

“O importante de inserir a UNIC, que é uma instituição privada, junto à Câmara, que é um órgão público, é que essa parceria reforça a relevância da integração entre poder público e iniciativa privada, mostrando o quanto conseguimos promover o bem comum”, destacou.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Parcelamento de dívida é aprovado por unanimidade e amplia espaço fiscal de Cuiabá

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Os vereadores de Cuiabá aprovaram por unanimidade, na sessão desta terça-feira (1º), o projeto de lei do Executivo que autoriza o parcelamento especial de uma dívida do Município com a União. A medida permitirá reduzir o valor das parcelas e dará maior fôlego ao caixa da atual administração, sem criar custo ou nova despesa para os cofres municipais.

O saldo da dívida considerado para a renegociação é de R$ 30,46 milhões. Atualmente, o Município possui previsão de pagamento em 42 parcelas de aproximadamente R$ 846,4 mil. Com a adesão ao programa federal, a dívida poderá ser quitada em até 360 parcelas, com atualização pelo IPCA e juros reais de 0% ao ano.

Na modalidade escolhida pela Prefeitura, a administração municipal também deverá aplicar anualmente 4% do saldo atualizado da dívida em investimentos que atendam aos critérios estabelecidos pela legislação. Ainda assim, a estimativa é de uma redução bruta de aproximadamente R$ 9,14 milhões por ano nas despesas com o serviço da dívida.

Descontado o valor que deverá ser destinado aos investimentos, o Município terá um espaço fiscal líquido estimado em R$ 7,92 milhões por ano, equivalente a cerca de R$ 660 mil por mês. Na prática, o mecanismo reduz a pressão sobre o caixa e permite que recursos antes comprometidos com o pagamento das parcelas sejam utilizados em outras áreas e obrigações da administração.

A justificativa apresentada pelo Executivo destaca que a medida representa um “expressivo alívio no fluxo de caixa mensal” e possibilita a “eliminação da onerosidade da taxa de juros” da dívida. O texto também aponta que a renegociação contribui para ampliar a capacidade financeira do Município e reduzir riscos relacionados à retenção de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Outro ponto destacado na proposta é que a operação não representa a criação de uma nova obrigação financeira. Conforme a declaração de compatibilidade fiscal assinada pelo secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo controlador-geral do Município, Eder Galiciani, a dívida já existe, está prevista no orçamento e a reestruturação apenas modifica suas condições de pagamento.

Os responsáveis pela área fiscal afirmam que a medida “não acarreta impacto orçamentário-financeiro negativo nos exercícios”. Dessa forma, o parcelamento busca melhorar o fluxo financeiro sem gerar custo extra para o Município.

A proposta também estabelece que fica “vedada a contratação de novas operações de crédito para o pagamento das parcelas”, impedindo que a renegociação seja utilizada para criar novo endividamento com essa finalidade.

A adesão está baseada na Emenda Constitucional nº 136/2025 e em regulamentações federais que permitem o refinanciamento de débitos municipais com condições mais favoráveis. A Prefeitura precisa formalizar a adesão junto à Secretaria do Tesouro Nacional até 9 de setembro de 2026.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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