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”Não vou dormir direito com gente morando mal”, afirma Pivetta ao defender reforma urbana em municípios de MT

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Em discurso, nesta quinta-feira (20.08), em Várzea Grande, o governador Otaviano Pivetta defendeu uma reforma urbana para transformar as cidades de Mato Grosso e melhorar a qualidade de vida da população.

Pivetta citou como referência a experiência construída em Lucas do Rio Verde, onde iniciou sua trajetória política e ajudou a consolidar um modelo de desenvolvimento com investimentos em infraestrutura, educação, saúde, espaços públicos e qualidade de vida. Para o governador, o desafio agora é levar esse padrão para outras cidades do Estado.

“É isso que nós queremos fazer em todo Mato Grosso. Nós precisamos melhorar nossas cidades. E a minha proposta é uma reforma urbana. Nós vamos fazer uma reforma urbana”, afirmou.

Ao defender a proposta, Pivetta destacou que o desenvolvimento precisa chegar diretamente às famílias e que não é possível aceitar situações de precariedade em um Estado que recuperou sua capacidade de investimento. Ele citou especialmente os moradores que ainda enfrentam problemas com abastecimento de água.

“Quem me conhece sabe que eu não vou dormir direito com gente morando mal, com gente vivendo mal, com famílias sem água potável, sem o mínimo de dignidade para ter uma vida digna. Num Estado próspero, não é possível tolerar esse contraste, e nós não vamos tolerar”, declarou.

Em Várzea Grande, o governador reafirmou o compromisso com a Aliança pela Água e destacou outras ações previstas para o município, como o novo Pronto-Socorro e Hospital, a Delegacia da Mulher e o programa estadual de habitação. Das 60 mil casas previstas pelo programa, 20 mil serão destinadas à reforma urbana em Várzea Grande.

“Quando eu falei que nós íamos fazer a Aliança pela Água, não era uma brincadeira. A Aliança pela Água veio para ficar, e eu vou estar aqui até o dia que jogar água em todas as torneiras, nos lares, nas avenidas. Nós não vamos sair daqui enquanto isso não acontece”, afirmou.

Ao defender a continuidade do trabalho, Pivetta também destacou os resultados alcançados pelo Estado nos últimos sete anos e meio e afirmou que a atuação firme do Governo permitiu transformar a realidade dos municípios.

“Nós provamos, nesses sete anos e meio, que é possível mudar a vida de todos os mato-grossenses através da atuação firme do Governo do Estado”, completou o governador.

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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