Cultura

Memorial Mãe Menininha do Gantois ganha tour virtual

Publicado em

Cultura

Dentre as ações para manter viva a memória e o legado de uma referência das religiões de matriz afro no Brasil, Mãe Menininha do Gantois, o Guia de Museus Baianos acaba de lançar um tour virtual pelo Memorial Mãe Menininha do Gantois. Este 13 de agosto marca os 40 anos da morte da ialorixá baiana.

Nascida em Salvador, em 1894, Maria Escolástica da Conceição Nazaré comandou o Terreiro do Gantois por mais de seis décadas. Mãe Menininha se tornou uma das principais lideranças das religiões de matriz africana no país. Agora, o público pode conhecer parte dessa trajetória pela internet, por meio da plataforma Guia de Museus Baianos.

Na plataforma é possível visitar virtualmente o memorial e conhecer mais de 500 peças ligadas à história da líder religiosa, entre objetos pessoais e itens utilizados em rituais. Inaugurado em 1992, o espaço é dedicado à preservação da memória de Mãe Menininha. Com a nova inclusão, o catálogo digital do projeto passa a reunir 14 equipamentos culturais e mais de 50 exposições disponíveis gratuitamente para visitação virtual.

Para quem estiver ou for visitar Salvador, o Memorial Mãe Menininha do Gantois fica na Rua Mãe Menininha do Gantois, no bairro da Federação.

Durante sua liderança, Mãe Menininha atravessou um período de perseguição às religiões de matriz africana. Ficou conhecida pela defesa das tradições do candomblé e pelo diálogo com diferentes setores da sociedade. Quatro décadas após sua morte, o legado da ialorixá continua vivo no memorial e agora também pode ser acessado pela internet.
 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA