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“Quero que minha família viva em um estado próspero”, diz Paulo Araújo

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O deputado estadual Paulo Araújo (Republicanos), na terça-feira (28), avaliou que o pré-candidato à reeleição e governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), é capacitado para combater a volta da corrupção na administração pública de Mato Grosso nos próximos anos.

Paulo fez essa declaração durante o lançamento da sua pré-candidatura à reeleição. Na ocasião, o deputado também fortaleceu o projeto político de Pivetta à reeleição como governador ao classificá-lo como um gestor que manterá o estado próspero.

“Eu quero que minha família e meus filhos vivam bem, em um estado próspero. Sabendo que o salário vai cair em dia para os servidores públicos; que o empreiteiro vai receber o dinheiro da obra sem pedido de propina igual tinha antigamente. Vocês sabem do que estou falando”, pontuou.

Além disso, o deputado elogiou o “perfil rígido” de Pivetta e garantiu que esse estilo de administração garante a continuidade do desenvolvimento estadual.

“Você quer um simpático para MT ou o cara que administra? Talvez, o Pivetta seja mais rígido que o [ex-governador] Mauro Mendes na gestão, porque tem a mesma pegada: empresário, cara arrochado. Não vai sair do trilho. Se você gosta do Mauro, vai gostar do Pivetta, porque a gente gosta de MT”, disse.

Paulo citou como exemplo de desenvolvimento o município de Reserva do Cabaçal e explicou que as melhorias foram exitosas porque não houve “atravessadores” atrapalhando a destinação dos recursos.

“Houve uma reconstrução total da cidade se formos contar os recursos financeiros que foram para Reserva do Cabaçal. Mudamos o cenário. Isso é saber que o político poderá levar muita coisa boa aos municípios sem sacanagem e atravessadores. Os recursos vão chegar”, garantiu.

O deputado, por fim, destacou que o governador quer “deixar um legado” para MT e merece a confiança da população. Ele acrescentou que o modelo de gestão do Pivetta quando era prefeito em Lucas do Rio Verde se tornou referência nacional e revolucionou o município.

“É por esse motivo que defendo [o Pivetta]. Esse cara revolucionou e reconstruiu o município onde foi prefeito por vários. Ele é referência não só em MT, mas no Brasil. Tem a pegada da gestão e tem a nossa confiança”, completou.

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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