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No dia do Rock, cantores celebram arte de emocionar multidões pela voz

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O canto é prática presente desde os primórdios da humanidade, essencial para a cultura de todas as sociedades. Em cada parte do mundo, ele se personificou de formas diferentes, com estilos musicais distintos.

A profissão de cantor foi regularizada no nosso país com a criação da Ordem dos Músicos no Brasil. Com a Lei nº 3.857 de 22 de dezembro de 1960, a cantora Mayra Albuquerque destaca que essa data vai muito além de comemorar um ofício.

“Eu celebro a minha identidade, então eu toco num ponto íntimo em mim. Eu olho para trás e vejo as minhas conquistas, novos lugares que ocupei, novas experiências que eu adquiri e eu vejo o quanto eu evoluí sendo uma cantora não-artista que transforma talento em profissão, de fato.  Então eu tenho muito orgulho, sabe, de celebrar essas vitórias”.  

Rock n’ roll 

No dia 13 de julho também se comemora o Dia Mundial do Rock, ritmo musical que surgiu em meados dos anos 1950. Elvis Presley, que ficou conhecido como o rei do rock, ajudou a popularizar o ritmo.  

Mayra Albuquerque ressalta que soube que queria ser cantora desde o início da vida.

“Olha, eu tenho contato com música, com arte desde sempre, desde muito novo. As minhas referências vieram de casa dos meus pais.  Então eu soube desde o início que era o que eu queria para a minha vida.” 

Parabéns a todos aqueles que através da voz despertam as emoções mais profundas e intensas dos nossos corações: o dom de emocionar multidões e deixar um rastro de alegria por onde passa não é para qualquer um.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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