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Sala principal do Teatro Castro Alves é reinaugurada em Salvador

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Esta quinta-feira é 2 de julho, dia da Independência do Brasil na Bahia. E para marcar a data, foi reinaugurado em Salvador a Sala Principal do Teatro Castro Alves. Essa é a terceira e última etapa de modernização do complexo, um dos principais da América Latina.

E esse projeto de modernização ganhou urgência após um incêndio atingir o telhado da sala de balé em janeiro de 2023. A reforma teve um investimento de R$ 260 milhões.

A obra do teatro, com seis décadas de história, inclui a modernização da Sala Principal, do jardim suspenso, além de melhorias de acústica e acessibilidade, atualização tecnológica e preservação do patrimônio histórico. 

Houve também melhorias das estruturas usadas pelos artistas residentes, como o Balé Teatro Castro Alves e a Orquestra Sinfônica da Bahia.

A cerimônia contou com a presença do presidente Lula e da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que classificou o palco do Teatro Castro Alves “sagrado”.

“O Teatro Castro Alves foi o primeiro teatro que eu pisei na minha vida, mesmo antes de saber onde isso iria me levar ou me trazer. Então, pra mim, a honra é imensa poder estar aqui nesse momento e também ser só uma testemunha, uma criança, uma jovem de periferia e da força transformadora que existe quando a gente recebe o apoio, quando a oportunidade se abre pra nós”.

O processo de modernização do teatro começou em 2009, com a reforma da Concha Acústica e a entrega da Sala do Coro. Agora, o público baiano tem acesso novamente à Sala Principal reformada.

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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