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Caprichoso é o campeão do Festival de Parintins 2026

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Depois de três noites de grandes espetáculos na Arena do Bumbódromo, o grande campeão do 59º Festival Folclórico de Parintins 2026 foi anunciado nesta segunda-feira, o Boi Caprichoso.

A apuração foi realizada na cidade amazonense de Parintins, logo após o jogo da seleção brasileira, e reuniu torcedores dos bois Azul e Vermelho, que acompanharam cada nota com expectativa.

Ao todo, foram avaliados 21 itens oficiais, distribuídos em três blocos: musical, cênico, coreográfico e artístico.

A disputa começou equilibrada. Na apuração das apresentações da primeira noite, Caprichoso e Garantido empataram. Já nas notas da segunda noite, o Caprichoso assumiu a liderança e abriu quatro décimos de vantagem sobre o rival.

Na terceira e última noite, o Boi Azul confirmou o favoritismo, ampliou a diferença e conquistou o 27º título de sua história no Festival de Parintins.

Com o tema Brinquedo que Canta Seu Chão, o Boi Caprichoso apresentou uma reflexão sobre a própria identidade como símbolo cultural da Amazônia. O espetáculo destacou a memória, o pertencimento e a tradição construídas ao longo de gerações, reafirmando a força e a identidade do Boi-Bumbá.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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