Política
“Não vamos fechar as portas para ninguém”, diz Max sobre alianças para 2026
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O presidente do Podemos em Mato Grosso, Max Russi, afirmou que o partido “não irá fechar as portas para ninguém” e segue em conversações sobre a formação de alianças para a composição das chapas majoritárias nas eleições de 2026.
Em entrevista à imprensa, na manhã desta quinta-feira (25), o também presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) revelou que já recebeu diversas lideranças em seu gabinete e afirmou buscar, junto ao grupo político, um consenso em torno das melhores opções para o estado.
Entre os nomes com quem se reuniu, Max citou os pré-candidatos ao Palácio Paiaguás: o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL) e, mais recentemente, o senador Jayme Campos (União).
“Agora começaram as conversas, né? O Jayme esteve aqui no gabinete falando que vai ser candidato, pedindo como é que está o Podemos, a gente foi procurado também pelo pessoal do Pivetta, o pessoal do Wellington também através do Ananias [presidente do Partido Liberal em Mato Grosso], agora eu vou encaminhar”, contou.
O grupo liderado por Max, que reúne 25 pré-candidatos a deputado estadual, nove a deputado federal, pretende eleger até seis deputados estaduais e dois federais. Embora o partido ainda não tenha definido apoio a candidatos da chapa majoritária, a força da nominata proporcional tem colocado o Podemos no centro das articulações políticas, tornando a sigla peça importante nas negociações.
Max também revelou que tem mantido diálogo com pré-candidatos ao Senado, entre eles a deputada estadual Janaina Riva (MDB), o deputado federal José Medeiros (PL), o ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso Antônio Galvan (Avante), a empresária Margareth Buzetti (PSD) e o ex-governador Mauro Mendes (União), a quem já sinalizou apoio.
“A Janaina nos procurou e nós não estamos fechando portas para ninguém. Medeiros esteve aqui também, o Mauro. Galvan também esteve aqui e nós temos conversado. A Margareth também. Vamos conversar, eu vou apresentar o que o pessoal está trazendo e o grupo todo vai decidir o encaminhamento”, finalizou.
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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT
Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.
A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.
Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.
A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.
A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.
Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.
Foto: Luciano Campbell/ALMT
A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.
“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.
Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.
A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.
Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.
A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].
O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.
Fonte: ALMT – MT
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