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Prêmio Palmares de Arte recebe inscrições até sexta-feira

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Termina nesta sexta-feira (15), às 18h, o prazo de inscrição para o Prêmio Palmares de Arte. A 5ª edição da premiação realizada pela Fundação Cultural Palmares vai reconhecer 80 projetos desenvolvidos por artistas pretos ou pardos, em diferentes linguagens artísticas. A iniciativa busca ampliar e valorizar a produção cultural afro-brasileira em todo o país.

As inscrições e o edital estão disponíveis no site prosas.com.br. O prêmio contempla quatro categorias: artes cênicas — com dança e teatro — audiovisual, literatura e música.

Entre os critérios para participação, os candidatos precisam ter mais de 18 anos, morar no Brasil e se autodeclarar pretos ou pardos. Cada participante pode inscrever apenas um projeto, que deve ser apresentado por meio de uma descrição textual e de um vídeo demonstrativo do trabalho artístico.

Ao todo, serão concedidos 20 prêmios em dinheiro por categoria, somando R$ 1 milhão distribuídos entre as cinco regiões do país. Segundo a Fundação Cultural Palmares, a divisão regional tem como objetivo descentralizar e valorizar as expressões culturais em diferentes partes do Brasil.

O resultado final com os projetos premiados está previsto para o dia 13 de agosto.

* Com informações da Agência Brasil.
 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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