Cultura
Balé Teatro Castro Alves seleciona artistas-pesquisadores
Cultura
Considerado um dos principais grupos de dança do país, o Balé Teatro Castro Alves, sediado em Salvador, está com inscrições abertas para selecionar três artistas-pesquisadores de qualquer estado do país para investigar a trajetória dos 45 anos do grupo.

As inscrições para o projeto “Memórias em Movimento” estão abertas até o dia 25 de maio no site da Fundação Cultural do Estado da Bahia, no endereço ba.gov.br/fundacaocultural. Além do formulário de inscrição, o edital com todo o regulamento e demais pré-requisitos também está disponível no site.
A investigação acadêmica sobre a história da companhia poderá ser desdobrada para produtos artísticos de diversas naturezas, tais como trabalhos de dança, performances, criações musicais, registros ou ensaios fotográficos, obras audiovisuais, instalações ou outras intervenções artísticas que dialoguem com a memória e a trajetória do grupo. Será destinado um prazo de quatro meses para desenvolvimento da pesquisa envolvendo os processos criativos, as obras, os coreógrafos e os agentes técnicos que atuaram nestas mais de quatro décadas na construção da trajetória do Castro Alves.
O resultado da seleção dos artistas-pesquisadores está previsto para 4 de junho.
O Balé Teatro Castro Alves foi fundado em 1981 em Salvador, na Bahia. O grupo é a primeira companhia pública de dança do eixo Norte-Nordeste e a quinta companhia de dança no Brasil. Nesses 45 anos de história, ele passou a ser referência na dança moderna e contemporânea e já apresentou mais de 100 montagens de importantes coreógrafos.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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