Cultura

ONG lança cartilha digital de combate ao racismo religioso no Brasil

Publicado em

Cultura

Abril é o mês da conscientização e combate ao racismo religioso no Brasil. Para lembrar a data a Ong Criola lança a 2ª edição gratuita digital da cartilha “Terreiros em Luta: Caminhos para o Enfrentamento ao Racismo Religioso”. 

A Criola defende e promove os direitos de mulheres negras e produziu a cartilha com vários atores, entre eles o Terreiro baiano Ilê Axé Omi Ogun Siwajú, da cidade de São Félix, o Terreiro Ilê Axé Omiojuarô, de Niterói e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro.

A cartilha, que pode ser baixada no site criola.org.br, traz uma série de órgãos, legislações, redes de proteção, equipamentos e caminhos de denúncia para vítimas de discriminação religiosa, inclusive o passo a passo de como se documentar em relação a ocorrência.

A expectativa é que a publicação seja mais uma ferramenta de apoio de combate ao racismo religioso no país, fortalecendo não só os Terreiros – um dos principais alvos de crimes envolvendo intolerância religiosa no Brasil – mas também outras ONGs, movimentos de outras denominações sacras de matriz africana e demais organizações religiosas. 

Os casos de racismo religioso crescem mais a cada ano. Em 2024, somente pelo Disque 100 foram registradas mais de 2.470 denúncias de intolerância religiosa no país, representando um aumento de 66% em relação ao ano anterior, com quase mil denúncias a mais; as mulheres negras e a população LGBTQIAPN+ são as principais vítimas.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA