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Maceió recebe festival de mulheres percussionistas

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Maceió recebe alguns grupos percussivos nordestinos formados por mulheres para o 3º Festival Yá Dandara: Vozes e Ritmos do Feminino. 

O encontro gratuito começou nesta sexta-feira (10), e, até sábado (11), promove várias vivências percussivas, debates, feira de empreendedoras e gastronomia afro no Museu Theo Brandão, no centro da capital alagoana. 

O foco desta terceira edição é fortalecer a rede de cooperação entre mulheres percussionistas do Nordeste e a preservação do patrimônio imaterial.

Nesta sexta, acontecem oficinas de Maracatu e Tambor para participantes já inscritos previamente. No sábado, a partir das 10h, acontece a Gira de Saberes; uma mesa de diálogo aberta ao público que reúne lideranças da percussão feminina de Alagoas, Sergipe, Bahia e Pernambuco. 

Encerrando a programação, a partir das 16h, o palco do museu recebe os shows dos grupos Baque Alagoano e Maracatu Yá Dandara, de Alagoas; o Samba de Pareia, de Sergipe; as baianas de Yayá Muxima e o Tambores de Saia, de Pernambuco.

A programação completa está no perfil oficial do evento no instagram.
 




Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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