Cuiabá
Dia D da vacinação em Cuiabá será realizado em 25 de abril
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa que o Dia D de mobilização da Campanha de Vacinação contra a Influenza terá uma data específica no município. Em Cuiabá, a ação será realizada no dia 25 de abril, em alinhamento com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza teve início neste sábado, 28 de março, nos estados das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, e segue até o dia 30 de maio, com oferta gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Na capital, a estratégia foi organizada de forma a garantir a melhor estrutura de atendimento à população.
A definição de uma data própria para o Dia D integra o planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, que prepara uma grande mobilização dentro da programação especial do mês de aniversário de Cuiabá, em abril. A proposta é ampliar o alcance da campanha, reforçar a cobertura vacinal e facilitar o acesso da população aos serviços.
Conforme definido, o Dia D em Cuiabá ocorrerá no dia 25 de abril, em todas as Unidades de Saúde da Família (USFs), das 8h às 17h. As salas de vacinação funcionarão sem interrupção para o almoço, com organização de escala entre os profissionais, garantindo atendimento contínuo. Pacientes que chegarem até as 16h30 terão a vacinação assegurada.
A Secretaria destaca que a vacinação segue normalmente nas unidades de saúde ao longo de toda a campanha e reforça a importância de que os públicos prioritários procurem atendimento, mesmo antes da data de mobilização.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas
A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.
Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.
“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.
A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.
A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.
A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.
Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.
“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.
A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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