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USF Praeiro é entregue e marca 3ª inauguração de unidade de saúde em menos de 90 dias

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Em menos de 90 dias, a Prefeitura de Cuiabá já entregou três Unidades de Saúde da Família (USFs), consolidando o avanço da gestão municipal na reestruturação da Atenção Primária. A mais recente foi inaugurada na manhã desta sexta-feira (27), no bairro Praeiro. A nova unidade foi entregue pelo prefeito Abilio Brunini, ao lado da primeira-dama Samantha Iris e da secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona.

Antes da USF Praeiro, a gestão já havia inaugurado, no dia 10 de janeiro, a Unidade de Saúde da Família do Jardim Passaredo, que passou a atender mais de 12 mil moradores. Já nesta segunda-feira (23), foi entregue a USF do Pedregal, com investimento de R$ 750 mil e capacidade para atender mais de 8 mil pacientes.

Durante a solenidade, o prefeito destacou o ritmo das entregas e o foco na ampliação da rede básica.
“Estamos trabalhando para reconstruir a saúde de Cuiabá com responsabilidade. Em menos de 90 dias já entregamos três unidades e seguimos avançando, garantindo mais acesso e dignidade para a população”, afirmou.

Com capacidade para atender cerca de 8 mil pessoas por mês, a USF Praeiro beneficia moradores dos bairros Praeiro, Praeirinho, Bela Marina e regiões adjacentes, com duas equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) e uma equipe de Saúde Bucal (ESB).

A estrutura foi planejada para garantir atendimento contínuo, humanizado e resolutivo, com consultórios médicos e de enfermagem, sala de vacina, farmácia, sala de procedimentos e coleta, além de consultório odontológico, espaços administrativos, Central de Material Esterilizado (CME) e áreas de apoio.

Ao longo do evento, a primeira-dama Samantha Iris destacou o papel da comunidade.
“Toda unidade de saúde é um patrimônio da população. Estamos recuperando estruturas importantes e é fundamental que todos ajudem a cuidar desse espaço”, pontuou.

A USF Praeiro integrava o pacote de cerca de 30 unidades previstas para reforma durante a intervenção estadual na saúde de Cuiabá, em 2023, período em que Danielle Carmona atuava como interventora. Apesar do planejamento, a unidade não foi contemplada naquele momento.

Em 2024, o espaço passou por uma intervenção pontual, considerada insuficiente. Já em 2025, na atual gestão, a obra foi retomada de forma completa, garantindo a entrega definitiva de uma estrutura adequada.

Antes disso, as equipes estavam alocadas provisoriamente no antigo prédio do SAE do Grande Terceiro, em condições limitadas.

A secretária municipal de Saúde destacou o impacto da nova estrutura.
“Hoje entregamos uma unidade completa, com duas equipes de Saúde da Família e atendimento odontológico, beneficiando cerca de 8 mil pessoas. Isso representa mais qualidade no atendimento e melhores condições de trabalho”, afirmou Danielle Carmona.

A secretária adjunta de Atenção Primária, Cínara Brito, ressaltou o impacto social.
“Conheço essa comunidade e sei o quanto precisava desse atendimento mais próximo. É garantir dignidade e cuidado para quem mais precisa”, disse.

Moradora da região há 48 anos, Kátia Maria comemorou a conquista.
“Esperamos muito tempo por isso. Agora está tudo muito melhor, principalmente com atendimento odontológico, que faz muita diferença para a comunidade”, relatou.

As Unidades de Saúde da Família são a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), responsáveis por atendimentos iniciais, vacinação e acompanhamento de pacientes, além de ações de prevenção.

A solenidade também contou com a presença dos vereadores Wilson Kero Kero, Dilemário Alencar, Demilson Nogueira e da vereadora Baixinha Giraldelli.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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