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Cidades baianas recebem mostra internacional de cinema

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As cidades de Salvador e Cachoeira, na Bahia, sediam a partir desta quarta-feira (25) a 21ª edição do Panorama Internacional Coisa de Cinema. 

Até 1º de abril, serão exibidos mais de 150 filmes entre longas, médias e curtas-metragens; sendo 72 deles parte das três mostras competitivas: uma internacional, uma nacional e uma baiana. Os títulos escolhidos passam pelos gêneros documental, ficção e animação, além de obras experimentais.

Em Salvador, as exibições ocorrem no Cine Glauber Rocha e na Sala Walter da Silveira, com parte das sessões pagas. O filme inédito A Vida de Cada Um abre oficialmente o evento nesta quarta-feira, às 20h. Após a exibição, haverá um bate papo com o diretor Murilo Salles e a atriz Bianca Comparato.

Já na cidade de Cachoeira, o Cine Theatro Cachoeirano dá o pontapé inicial na programação a partir das 19h30 desta quarta, com a exibição do documentário O Samba Mora Aqui, do cineasta baiano Vitor Rocha, que também participa de um debate após a sessão. Todas as exibições são gratuitas.

Esta edição do Panorama também conta com duas mostras dedicadas ao pioneirismo e inovação estética e narrativa de duas cineastas: a realizadora belga radicada na França e figura central do movimento cinematográfico Nouvelle Vague, Agnès Varda, e a cineasta, roteirista e jornalista cubana Sara Gómez, a primeira mulher a dirigir um longa-metragem no país.

A programação nas cidades inclui ainda encontros presenciais com realizadores e produtores, debates, oficinas, laboratórios e shows musicais. A relação das atividades está disponível no site do evento.
 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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