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Ator Juca de Oliveira morre aos 91 anos em São Paulo

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Morreu neste sábado, aos 91 anos o ator, escritor e dramaturgo Juca de Oliveira. Ele estava internado deste o dia 13 de março, na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com um quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica.

A morte foi comunicada, pela família, em nota à imprensa. Logo após o anúncio, amigos de trabalho e fãs prestaram homenagens nas redes sociais, destacando a importância de Juca de Oliveira para o teatro, a televisão e o cinema no Brasil.

Na nota, a família lembrou que ele era membro da Academia Paulista de Letras e teve uma trajetória marcada não apenas como intérprete, mas também como autor e diretor de obras relevantes, com olhar crítico, sensibilidade social e forte conexão com o público.

Ao longo da carreira, participou de mais de 30 novelas e minisséries, além de atuar em mais de dez filmes e cerca de 60 peças de teatro, muitas delas também escritas por ele.

José Juca de Oliveira Santos nasceu em 16 de março de 1935, na cidade de São Roque, no interior de São Paulo, e iniciou sua carreira no teatro nos anos 1950.

O velório acontece na tarde deste sábado em cerimônia restrita a amigos e familiares.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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