Cultura

Três filmes brasileiros são premiados no Festival de Berlim

Publicado em

Cultura

O Brasil conquistou três prêmios no 76º Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), na Alemanha.

  • “Feito Pipa”, de Allan Deberton: venceu o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri Internacional;
  • “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, de Janaína Marques: recebeu o Prêmio do Júri de Leitores do Tagesspiege;
  • “Narciso”, de Marcelo Martinessi: eleito o Melhor Filme pela Federação Internacional de Críticos de Cinema.

O Ministério da Cultura destacou que os dez filmes brasileiros exibidos na Berlinale tiveram boa recepção durante o festival. Para a secretária do audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, as salas cheias e a boa recepção do público europeu refletem o momento positivo do setor.

“A Fabulosa Máquina do Tempo” foi aplaudida na sessão de abertura, e a animação “Papaya” despertou grande interesse do público infantil.

Nove dos filmes brasileiros presentes no festival receberam recursos de políticas públicas federais, como a Lei Paulo Gustavo, a Política Nacional Aldir Blanc, e incentivos da Agência Nacional do Cinema, do Fundo Setorial do Audiovisual, além de apoios estaduais e municipais.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA