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Viva Maria se une às homenagens à Malunga Léa Garcia no Carnaval

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Oi, oi, malungas e malungos que estão ligados nesse nosso programa com a mesma força que, nesta edição se expressa na palavra Malunga de origem banto cujo significado tem a ver com o companheirismo em relação às pessoas com quem compartilhamos nossa caminhada na vida! Não por acaso, a Mocidade Alegre, campeã do Carnaval de São Paulo este ano batizou seu enredo em homenagem à atriz Léa Garcia com o termo  “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra!”

Como bem disse o  carnavalesco Caio Araújo : “Léa Garcia merecia ser campeã com essa homenagem.”

 Viva Maria compartilha esse mesmo sentimento já que Léa Garcia na arte e na vida foi uma grande “Malunga”.

Léa construiu uma trajetória histórica no teatro, no cinema e na televisão, atravessando gerações e abrindo caminhos para artistas pretos no Brasil.

Mais do que um desfile campeão, a vitória consagra uma memória. A avenida virou palco para celebrar uma mulher preta como deusa, protagonista e símbolo de permanência.

“Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”.  E junto com a gente nesta exaltação está Claudia Alexandre,  uma jornalista paulistana, escritora, apresentadora de TV, professora, pesquisadora e doutora em ciência da religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que pesquisa samba e religiões de matriz africana.   Ninguém melhor do que ela para estar com a gente nesta edição! 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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