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Esquema de segurança reforçado marca Carnaval no Rio

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A Polícia Militar do Rio de Janeiro prendeu 458 criminosos entre os dias 13 e 17 de fevereiro. O resultado é 15% superior ao registrado em igual número de dias no Carnaval de 2025. A informação foi divulgada nesta quarta-feira e faz parte do balanço parcial das ações de segurança realizadas durante a folia.

No período, mais de 12.500 agentes foram mobilizados no esquema de policiamento ostensivo e ininterrupto, com apoio de recursos de tecnologia , como o sistema de reconhecimento facial,

Os policiais também apreenderam 74 adolescentes por atos infracionais, representando aumento de 28% em relação ao ano anterior. Outro destaque foi a recuperação recorde de 97 telefones celulares diretamente das mãos dos criminosos, um crescimento de 169% na comparação com o Carnaval passado.

As ações de revista nos acessos aos blocos e megablocos fizeram parte da estratégia para reduzir delitos oportunistas.

Além do reforço na segurança, uma ação do Procon Estadual apreendeu cerca de 50 litros de bebidas com indícios de falsificação ou sem procedência, entre elas whisky, cachaça e vodka, que eram vendidos nos blocos.

De acordo com o Secretário de Estado de Polícia Militar, Coronel Marcelo de Menezes, o planejamento operacional foi estruturado para atuar prioritariamente na prevenção, estratégia que, na sua avaliação, evitou ocorrências mais graves.

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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