Cuiabá

Enfermaria da UPA Verdão passa por interdição temporária para obras de adequação

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através da Secretaria Adjunta de Atenção Secundária informa que o Setor de Observação (Enfermaria) da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste – Verdão, está foi interditado na segunda-feira (2). A medida é necessária para a realização de obras de manutenção e adequação da estrutura física da unidade.

A enfermaria conta com 15 leitos e precisará ser totalmente fechada devido à maior complexidade da reforma. O prazo previsto para a execução dos serviços é de 15 dias. Recentemente, a gestão municipal já concluiu a reforma do box de emergência, dando continuidade agora às melhorias na área de observação.

Durante o período de interdição, a UPA Verdão ficará temporariamente impossibilitada de admitir pacientes com perfil de internação correspondente à enfermaria. Os pacientes que necessitarem de observação ou internação serão encaminhados para a rede hospitalar ou redistribuídos para as demais UPAs da capital, conforme orientação da regulação.

Os casos que demandarem intervenções específicas também serão direcionados para unidades hospitalares ou permanecerão internados em outras UPAs, aguardando vaga, garantindo a continuidade e a segurança da assistência.

A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que a interdição tem caráter excepcional e temporário, sendo fundamental para assegurar melhores condições de atendimento, mais segurança aos usuários e profissionais de saúde, além de contribuir para a qualificação da estrutura e dos serviços prestados na unidade.

A SMS reforça que toda a rede permanece organizada para absorver a demanda durante o período da obra, sem prejuízo ao atendimento da população.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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