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Inscrições para Prêmio Jabuti Acadêmico vão até 19 de março

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As inscrições para a 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico já estão abertas. A premiação reconhece a importância da produção de livros acadêmicos, científicos, técnicos, profissionais e didáticos profissionais. O anúncio foi feito pela Câmara Brasileira do Livro, responsável pela organização.

As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de março pelo site: premiojabuti.com.br.

Podem concorrer autores brasileiros, natos ou naturalizados, ou estrangeiros com moradia permanente no Brasil.

A novidade da edição deste ano é que autores do exterior serão admitidos exclusivamente em coletâneas.

A premiação contempla obras em língua portuguesa, sejam individuais, coletâneas, dicionários ou enciclopédias, obras didáticas e de divulgação científica, que foram publicadas durante todo o ano de 2025.

As obras só podem ser inscritas em apenas uma categoria e precisam ter Padrão Internacional de Numeração de Livro e Ficha Catalográfica emitidos no Brasil.

O Prêmio Jabuti Acadêmico tem 30 categorias, sendo 27 de Ciência e Cultura, as outras três são de Prêmios Especiais que incluem tradução, divulgação científica, ilustração e infografia.

A organização da premiação reforça que obras que tiverem uso de inteligência artificial identificado serão desqualificadas.

Os vencedores de cada uma das categorias vão receber uma estatueta e um prêmio de R$ 5 mil.

Mais informações sobre o Prêmio Jabuti Acadêmico estão na página da Câmara Brasileira do Livro, no endereço: cbl.org.br.

* Supervisão de Roberta Lopes


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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