Cuiabá

CMI promove ação lúdica com pintura facial e transforma espera das crianças em momento de acolhimento

Publicado em

Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realizou no Centro Médico Infantil (CMI) uma ação lúdica de pintura facial voltada às crianças atendidas na unidade. A iniciativa foi desenvolvida pela equipe multiprofissional e pelo setor de Psicologia do CMI e tem como objetivo tornar o ambiente mais leve e acolhedor para os pequenos pacientes e seus acompanhantes.

A atividade aconteceu na sala multiprofissional e envolveu tanto crianças que aguardavam atendimento quanto pacientes que estavam em observação prolongada. A proposta é simples, mas com grande impacto: transformar a espera, que muitas vezes é marcada por ansiedade e medo, em um momento de distração, alegria e conforto.

“A pintura foi realizada na sala multiprofissional, com atividades em conjunto com a equipe. Participaram tanto crianças que estavam aguardando atendimento, quanto uma criança que já estava em observação prolongada. Isso muda completamente o clima do ambiente”, destacou a equipe responsável pela ação.

Além dessa atividade, a unidade desenvolve outras ações lúdicas e terapêuticas na sala multiprofissional, com propostas que envolvem brincadeiras, atividades educativas e dinâmicas voltadas ao bem-estar das crianças durante o período de permanência no CMI.

Para a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, ações como essa reforçam a proposta do Centro Médico Infantil de oferecer um atendimento mais humanizado e atento às necessidades das crianças e das famílias.

“O Centro Médico Infantil foi pensado para oferecer não apenas estrutura e atendimento de qualidade, mas também um ambiente mais leve para as crianças. Essas ações ajudam a diminuir o medo, a ansiedade e tornam a passagem pelo hospital menos difícil para os pequenos e para os pais”, ressaltou a secretária.

A ação acontece em um momento de resultados expressivos do CMI. No primeiro mês de funcionamento, entre 19 de dezembro e 19 de janeiro, a unidade realizou 3.733 atendimentos médicos e 498 atendimentos odontológicos, número quase cinco vezes maior que a previsão inicial, que era de cerca de 800 atendimentos mensais.

A faixa etária com maior número de atendimentos foi a de crianças de 0 a 2 anos, o que reforça o papel estratégico do CMI no cuidado com a primeira infância.

Inaugurado oficialmente no dia 18 de dezembro e aberto ao público no dia seguinte, o Centro Médico Infantil passou a organizar os fluxos de atendimento pediátrico, contribuindo diretamente para desafogar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e demais portas de urgência e emergência da capital.

Para garantir o funcionamento da unidade e da rede de apoio, foram mobilizados cerca de 450 profissionais, entre médicos pediatras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontopediatras, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, recepcionistas, vigilantes e equipes de apoio.

O CMI conta com 28 leitos, seis consultórios médicos, duas salas de triagem, salas vermelha, amarela e verde, consultório odontológico 24 horas, além de farmácia, setor de regulação e diversos outros espaços de suporte.

O pronto atendimento foi projetado com ambientação lúdica e acolhedora, proporcionando mais conforto às crianças e mais tranquilidade aos acompanhantes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

Publicados

em

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA