Cuiabá
Baixinha reúne Abílio e Botelho para agilizar regularização fundiária
Cuiabá
Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli
A vereadora Baixinha Giraldelli ( Solidariedade) esteve presente na Prefeitura de Cuiabá, ao lado do prefeito Abílio Brunini (PL) e do deputado estadual Eduardo Botelho (UB), para debater assuntos relacionados à regularização fundiária.
A vereadora, que é uma das defensoras da causa, argumentou com o prefeito sobre os títulos que ainda não foram entregues à população cuiabana.
Baixinha destacou que a presença dela e do deputado Botelho na reunião foi para organizar e agilizar a entrega desses títulos.
O prefeito Abílio Brunini se demonstrou sensível à causa e garantiu que vai trabalhar para agilizar a entrega.
A vereadora comemorou a sintonia entre o prefeito e o deputado, que foram rivais nas eleições passadas, e afirmou que vai continuar trabalhando para garantir a regularização fundiária aos cidadãos de Cuiabá, especialmente aos mais vulneráveis.
“É um dia de comemoração, pois vemos que, apesar das diferenças políticas, estamos unidos para trabalhar pelo bem de Cuiabá. Vamos continuar lutando para que a regularização fundiária seja garantida à população cuiabana e para que as causas dos mais vulneráveis sejam ouvidas”, afirmou Baixinha
Durante a reunião, Botelho também reforçou a emenda que a vereadora Baixinha solicitou no valor de R$ 1,3 milhão de reais para as obras dos PSFs 3 e 4 (Posto de Saúde da Família) do bairro Pedra 90. A obra estava parada há oito anos, aguardando recursos para dar continuidade.
O deputado Eduardo Botelho afirmou que a emenda é uma prioridade para ele e que trabalha para garantir que os recursos sejam liberados o mais rápido possível.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas
A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.
Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.
“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.
A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.
A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.
A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.
Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.
“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.
A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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