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Fest Aruanda: Festival Audiovisual da Paraíba celebra 20ª edição

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Nos cinemas e nas areias das praias de João Pessoa, na Paraíba, o Festival do Audiovisual Internacional da Paraíba, Fest Aruanda, celebra, até o dia 10 de dezembro, a sua 20ª edição.

Com programação gratuita e sessões ao longo de toda a semana, o festival recebeu mais de mil inscrições de filmes pela mostra competitiva, que inclui produções da Alemanha, da França, de Portugal e da China.

O evento conta ainda com nomes nacionais do audiovisual, como os atores Caco Ciocler e Bruno Gagliasso, além do escritor e biógrafo Fernando Morais.

“O Fest Aruanda está se transformando em um dos mais tradicionais festivais de cinema do Brasil. E não é por acaso que o cinema brasileiro que faz sucesso hoje no mundo inteiro é o cinema nordestino”.

Entre as exibições de longas desta edição está o filme Honestino, que revisita a história do estudante da Universidade de Brasília (UNB) morto pela ditadura militar, além do filme A Pedra do Reino e o Sertão de Dom Pantero, sobre o universo do escritor Ariano Suassuna.

E nas areias de João Pessoa, O Aruanda Praia promove shows gratuitos de Sidney Magal e Vivi Seixas, que se apresenta em um tributo à obra de Raul Seixas.

A iniciativa leva o festival para um espaço de circulação popular e reforça o caráter democrático da programação.

Homenagens

Os homenageados desta edição são os cineastas Silvio Tendler e Jean-Claude Bernardet, além do cantor Geraldo Vandré e a deputada Jandira Feghali, por sua participação na criação da lei Aldir Blanc.

Quem explica e celebra o espírito de expansão e democratização cultural é o diretor do festival, Lúcio Vilar.

“É uma edição comemorativa de duas décadas, então nós procuramos montar uma programação que fizesse jus a esses 20 anos. Então a gente está apostando muito numa postura ainda mais democrática do que o festival já tem nesse tempo todo”.

Do céu ensolarado das praias de João Pessoa ao escurinho do cinema, o bom momento do cinema nordestino é celebrado na 20ª edição do Fest Aruanda.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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