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RJ: Iphan abre programação do Mês da Consciência Negra neste sábado

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Começa neste sábado (8), no Rio de Janeiro, mais uma edição do ciclo de eventos do Mês da Consciência Negra realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com o tema “Patrimônio e Reparação”, a agenda, que vai até início de dezembro em todo o país, busca valorizar o patrimônio cultural de matriz africana como elemento essencial na construção da justiça social e dos direitos da população negra.

A coordenadora do Comitê Permanente de Proteção do Patrimônio de Matriz Africana do Iphan, Aretha Santos, antecipa alguns detalhes da programação.

 “Ao todo são mais de 40 ações em todo o Brasil, realizadas pelas unidades do Iphan. E o Rio de Janeiro se destaca como o estado com o maior número de iniciativas. São cerca de 15 eventos, que inclui rodas de samba, exposições, oficinas e debates”.

 No Rio, as atividades ocorrem na região central e nas zonas sul e oeste da cidade. Entre os destaques estão exposições no Paço Imperial, prédio histórico que colocou em cartaz mostras de grandes nomes da arte contemporânea, entre eles Maria Bonomi, Voluspa Jarpa, Analu Cunha e João Modé.   

Ainda como parte do Mês da Consciência Negra, será realizada a Caravana África Diversa, festival que vai reunir expressões culturais afro-brasileiras entre os dias 22 e 30 de novembro, no Centro Nacional de Referência Cultural e de Pesquisa do Iphan.

A agenda completa com os locais e horários para acesso do público pode ser consultada no site do instituto.

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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