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Viva Maria celebra o Dia Nacional do Livro com poesia

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Oi, oi, gente amiga deste nosso programa que, mais do que nunca, abre o livro! E isso porque hoje é o Dia Nacional do Livro, em homenagem à Biblioteca Nacional do Brasil, fundada em 29 de outubro de 1810.

E aqui estamos nós para lembrar a importância não só dessa biblioteca, mas, acima de tudo, do livro — que é sempre o nosso horizonte, a luz que nos guia nessa vida. Principalmente quando a poesia (que dizem, salva!) nos socorre nos momentos mais perversos.

E o mais interessante é que, justo hoje, estou com a incumbência de apresentar a vocês a Fran Cerqueira, organizadora da III Antologia da AESSP — Associação de Escritores do Sul e do Sudeste do Pará.

E, para o nosso contentamento, nessa coletânea está aquele poema que a gente já sabe até de cor, da querida Kennya Silva, nossa Maria Quarqué, que pela primeira vez ganha as páginas de um livro!

Em nome de todas as Marias que aqui estão aplaudindo nossa poeta, agradeço a presença de Fran Cerqueira, que conversa com a gente sobre a organização da antologia, bem como sobre a temática escolhida: “A poesia contra toda violência ao feminino.”


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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