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Festival de cinema no Rio traz exibições gratuitas para a população

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Para aproximar o cinema do público, o Festival Mate com Angu de Cinema celebra produções autorais e oferece sessões gratuitas em espaços públicos. O evento começou nesta quinta-feira, em Duque de Caxias (RJ), e segue até 1º de novembro.

Produzido pelos cineclubes Mate com Angu e Circular Filmes, o festival conta com a Mostra Competitiva Nacional de Curtas, Mostra de Longas, a tradicional “Tela BXD” e o concurso “Baixada em 1 Minuto”.

As exibições acontecem em três distritos de Caxias: o Gomeia Galpão Criativo, Casarão Cultural e praça da Estação de Imbariê. Também haverá a “Sessão Escola” na Escola Municipal Santa Luzia, com intérprete de Libras.

A proposta é incentivar a produção audiovisual local, com atividades de formação e capacitação. Além dos filmes, a programação inclui oficinas, master classes, rodas de conversa, shows e debates com representantes do Ministério da Cultura e cineastas premiados.

Na 5ª edição, o lema é “Bora se Ver no Cinema”. O festival homenageia Severino Dadá e Cristina Amaral — a montadora, inclusive, vai ministrar uma aula gratuita sobre montagem. Mais informações sobre a programação, datas e inscrições estão no site: matecomangu.org/festival5

*Com a supervisão de Daniel Ito


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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