Cultura
Iphan lança “Bem Brasileiro”, plataforma que reúne acervo patrimonial
Cultura
O Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, vai lançar nesta quarta-feira (8) a plataforma Bem Brasileiro, que reúne em um único ambiente digital todo acervo de itens imateriais registrados como Patrimônio Cultural do Brasil.

O site Bem Brasileiro vai incluir a coleção de mais de dois mil itens, separados entre fotos, vídeos, documentos e publicações. A plataforma foi desenvolvida pelo Iphan em conjunto com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia e o Laboratório de Inteligência de Redes da Faculdade de Ciências da Informação da Universidade de Brasília.
Segundo o presidente do Iphan, Leandro Grass, a proposta é aumentar a visibilidade dos bens imateriais reconhecidos como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Iphan há 25 anos.
“Essa plataforma lançada agora vai facilitar o acesso das pessoas para entenderem o que são esses bens e, principalmente, para que possam se engajar na salvaguarda e na preservação dessas comunidades. Também possibilita o acesso ao território onde elas se encontram, o que pode dinamizar todo o processo de promoção do nosso patrimônio imaterial brasileiro, uma grande riqueza representada pelas pessoas.”
O site vai incluir ainda os pedidos de registros para o reconhecimento de um bem cultural, as ações de monitoramento e os projetos que o Iphan desenvolve após o reconhecimento ser feito.
Também será possível fazer buscas por diversos temas, sendo facilitado o cruzamento de pesquisas sobre temas comuns por meio de várias opções de filtros.
*Com supervisão de Roberta Lopes
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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