Cultura
Festival de Cinema de Veneza começa hoje e vai até 6 de setembro
Cultura
Começa hoje (27) na Itália um dos eventos de cinema mais tradicionais do mundo. O Festival de Cinema de Veneza. O filme de abertura será “La Grazia”, do italiano Paolo Sorrentino, que tem em seu currículo prêmios no Oscar, Globo de Ouro, Cannes e no próprio Festival de Veneza.

Outros 20 trabalhos concorrem este ano ao Leão de Ouro, entre eles, obras dirigidas pelo mexicano Guilhermo Del Toro, a americana Kathryn Bigelow, o grego Yorgos Lanthimos e o francês François Ozon. Pelo menos outros dez filmes participam fora da competição com exibições de estreia mundial.
Outro destaque deste primeiro dia é a entrega do Leão de Ouro honorário pelo conjunto da obra para o diretor e roteirista alemão Werner Herzog; o lendário diretor Francis Ford Coppola é que fará a entrega da honraria.
Na quinta-feira (28), Herzog faz a estreia mundial de seu mais recente trabalho, o documentário Ghost Elephants. A obra aborda a viagem de um ambientalista e apresentador até a Angola para registrar e estudar os chamados elefantes fantasmas, uma população isolada que vive em florestas africanas e que raramente é avistada. O filme participa fora da competição.
O júri desta edição será presidido pelo diretor e roteirista americano Alexander Payne; que tem entre os integrantes, a atriz Fernanda Torres.
Eventos especiais como “tapete vermelho” e “coletivas de imprensa” que acontecem a partir desta quarta-feira (27) poderão ser acompanhadas pelo Youtube do Festival de Veneza no endereço youtube.com/biennaleChannel.
A programação do Festival de Veneza segue até o dia 6 de setembro, quando serão anunciados os vencedores.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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