Cultura

Festival Reverbere destaca a força da autorrepresentação negra e LGBT+

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São Luís do Maranhão abre espaço para a produção audiovisual de realizadores negros e LGBTQ+ de várias partes do país. É que começa hoje (11) e segue até o próximo dia 15, mais uma edição do Festival Reverbere de Cinema.

As sessões gratuitas de curtas e longas metragens produzidas a partir de 2023, acontecem na sala de cinema do Sesc Deodoro, localizado no Centro da capital maranhense. 

Com o tema “Nossa Imagem Projeta”, destacando a força da autorrepresentação e da diversidade de olhares no cinema brasileiro contemporâneo, o Festival recebeu 248 projetos inscritos, vindos de diversas partes do país. 31 obras de cineastas maranhenses e de outros 6 estados foram selecionadas para exibição.

Toda a programação está disponível no perfil do Instagram @reverbereproducoes

A homenageada desta edição do Festival é a atriz e apresentadora paulista Indira Nascimento. No audiovisual, ela tem atuações em produções que atravessam a questão racial no Brasil, como Malês, do diretor Antônio Pitanga; e Medida Provisória, dirigido por Lázaro Ramos.

Indira também é responsável pela formação de outras artistas negras através da mentoria Entre Atrizes; e realizará master class na próxima quinta-feira dentro desta temática. Ainda na programação, estão previstos bate-papos e votação popular logo após as sessões. 

A premiação será de R$ 1 mil para longas e R$ 500 para curtas, além de troféus.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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