Cuiabá
Ações pedagógicas serão discutidas em imersão com coordenadores de escolas
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação, realiza nesta quarta-feira (6) a primeira imersão dos coordenadores pedagógicos da educação infantil. O evento será realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, no período inicial das 7h às 11h, e das 13h às 17h.
Trata-se de um curso de formação continuada que será oferecido a mais de 100 profissionais da educação. O tema pautado será “Reflexão sobre o papel do coordenador frente às ações pedagógicas na educação infantil”.
“Estamos buscando a conscientização de cada coordenador para melhor desenvolver as políticas pedagógicas. As ações programadas serão discutidas visando a uma educação infantil de qualidade”, explica a diretora pedagógica Mariluce Brandão.
Esse será o terceiro evento realizado pela Prefeitura de Cuiabá visando a qualificação dos profissionais envolvidos diariamente na execução das políticas pedagógicas.
No dia 22 de julho, houve uma imersão com coordenadores de 82 EMEBs (Escolas Municipais de Educação Básica) para discutir o planejamento estratégico e as ações que serão desenvolvidas ao longo do segundo semestre, principalmente para melhorar o índice de aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática aos estudantes de 4 a 10 anos.
No dia 1º de agosto, com o mesmo propósito, foi realizada a 1ª Convenção Municipal com 172 diretores de escolas públicas de Cuiabá.
#PraCegoVer
A foto ilustra a fachada da Secretaria Municipal de Educação com fundo de cor verde. Do lado esquerdo, é possível visualizar o brasão da Prefeitura de Cuiabá. No centro, está escrita a frase “Secretaria Municipal de Educação” em letras maiuscúlas.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas
A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.
Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.
“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.
A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.
A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.
A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.
Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.
“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.
A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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