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Guerreiros do Passo, salvaguarda do frevo, vira Patrimônio Imaterial

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Os pernambucanos agora têm mais um patrimônio para chamar de seu. O Grupo Guerreiros do Passo foi reconhecido como o mais novo Patrimônio Cultural Imaterial do Recife. O título foi concedido pela Câmara de Vereadores da capital pernambucana ao grupo fundado há 20 anos.

Os Guerreiros realizam pesquisas e ações gratuitas voltadas à preservação, memória, difusão e salvaguarda do frevo. Promovem ocupações culturais em espaços públicos com arte, educação e cultura, ampliando o acesso a esse bem imaterial e mantendo vivo o legado do Mestre Nascimento do Passo.

Entre as principais contribuições do grupo está a criação de uma metodologia de ensino do frevo, que já formou inúmeros passistas e professores. Esse trabalho consolidou o Mestre como referência para grupos e escolas de dança em Pernambuco.

Entre os projetos do grupo estão: Frevo na Praça, a Oficina de Conserto e Montagem de Sombrinhas de Frevo, o Laboratório do Passo e a aula-espetáculo O Frevo, que apresenta a história e a evolução da dança.

Recentemente, os Guerreiros do Passo representaram o frevo no Festival de Cannes, na França, com apresentações na Riviera Francesa e em Paris, durante a estreia do filme O Agente Secreto, do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho.

E no próximo sábado, 9 de agosto, o grupo retoma o projeto Frevo na Praça, em clima de celebração. A aula ao ar livre é gratuita e aberta ao público, e será realizada todos os fins de semana, na Praça do Hipódromo, a partir das 15h.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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