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Flip que vai homenagear Paulo Leminski começa na quarta

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A cidade histórica de Paraty, no Rio de Janeiro, recebe a 23ª Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, a partir da próxima quarta-feira (30). A Flip deste ano homenageia o poeta e músico curitibano Paulo Leminski, que viveu até 1989, e inspira este ano toda a programação da festa.

Até 3 de agosto, os principais nomes da cena literária contemporânea brasileira vão estar nos palcos e nas ruas de casarios coloniais de Paraty. A mesa de abertura, na noite da quarta, ficará por conta do cantor e compositor Arnaldo Antunes, que vai celebrar Leminski com muita música e poesia.

Entre os autores, estão confirmadas as presenças da poeta Alice Ruiz, do compositor Nei Lopes e da escritora espanhola Rosa Montero. Este ano, a Flip retoma seu calendário tradicional de acontecer entre julho e agosto, após os anos da pandemia.

A curadoria da Flip 2025 é de Ana Lima Cecilio, editora responsável por apresentar a escritora italiana Elena Ferrante ao público brasileiro.

Além da homenagem a Leminski, entre os temas da programação deste ano estão crise climática e meio ambiente, questões de gênero e raça e democratização da literatura.

A programação completa da 23ª Festa Literária Internacional de Paraty pode ser conferida pelo site flip.org.br.

 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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