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Viva Maria: Latinidades celebra legado de Lélia Gonzalez

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Saudações afro-latino-americanas e caribenhas!
Na véspera do 25 de julho, data máxima no calendário do feminismo negro, celebramos a maioridade do Festival Latinidades, que desde ontem ocupa as instalações do Museu Nacional da República, em Brasília.

Até o dia 31 de julho, Viva Maria vai acompanhar a agenda desta 18ª edição — não só no Plano Piloto, mas também em diversas localidades do Distrito Federal — sob a inspiração do tema “Mulheres Negras Movem o Mundo.”

Considerado o maior festival dedicado às mulheres negras da América Latina e Caribe, o Latinidades homenageia, nesta edição, a grande intelectual negra Lélia Gonzalez (1935–1994).

E é com Kellen Vieira, responsável internacional pelo evento, que a gente conversa agora — inclusive sobre a escolha de Lélia Gonzalez como a grande inspiração desta edição.
Seja muito bem-vinda, Kellen!


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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