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Recife ganha novo espaço cultural em Boa Viagem

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Recife ganhou nesse domingo (29), um novo espaço cultural que irá abrigar iniciativas sociais, de artes, cultura e gastronomia.

O Centro Cultural e de Desenvolvimento Humano do Instituto Marcos Hacker de Melo, fica no bairro de Boa Viagem. O novo espaço terá curadoria fixa de toda a programação do Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

Na inauguração, o público já pode conferir duas atrações temporárias. Uma instalação imersiva inédita em homenagem a John Lennon e uma exposição da fotógrafa baiana Thereza Eugênia.

A instalação audiovisual “John Lennon, 85 anos”  mostra a trajetória do artista, incluindo projeções de mais de oito metros de altura, trilha sonora envolvente e imagens em movimento, garantindo ao visitante uma experiência sensorial imersiva. Já o trabalho “Encontros” de Thereza Eugênia reúne fotografias que registram momentos íntimos, do cotidiano, dos bastidores de shows de grandes nomes da MPB como os “Doces Bárbaros”, Caetano, Gil, Gal e Bethânia; os cantores e compositores Chico Buarque, Belchior e Gonzaguinha, entre outros. São fotografias que percorrem a vida dos artistas nas entre a décadas de 60 e 80.

Uma terceira sala está com uma exposição permanente com 34 máquinas musicais raras do século XIX.O prédio conta ainda com teatro, auditório, restaurante, café, rooftop e salas de exposições temporárias.

As receitas de todas as ações, ingressos e demais serviços que funcionem dentro das dependências do Centro Cultural terão percentual revertido para o Programa Ressignificar. Voltado ao fortalecimento da educação nas cidades onde o Instituto atua em escolas públicas da Zona da Mata Sul, o programa atende a mais de quatro mil crianças e adolescentes pernambucanos. 

No site institutomhm.org é possível conhecer mais sobre os projetos e também conferir as prestações de contas anuais.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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