Cultura
Bienal do Livro do Rio de Janeiro se encerra neste domingo (22)
Cultura
Ela faz parte da memória afetiva de muitas pessoas. Mobiliza gerações desde 1983. Nesta edição de 2025, ano em que a cidade do Rio de Janeiro é consagrada como “Capital Mundial do Livro” pela Unesco, o maior festival de literatura, cultura e entretenimento, que termina neste domingo (22), conta, além das tradicionais sessões de autógrafos, com um parque literário, experiências imersivas e até roda-gigante, com 16 cabines com histórias contadas ao fundo, em um conceito chamado “literatura nas alturas”.

O programa Visitação Escolar, abraçado pela organização do festival desde 2000, continua sendo um dos pilares sociais do evento, com um público recorde de 130 mil crianças, adolescentes e jovens da rede pública e privada. “A emoção toma conta do público”, diz o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, Dante Cid, que destaca que o evento vem incentivando cada vez mais a formação de novas gerações de leitores.
Referência nacional na educação de pessoas com deficiência visual, o Instituto Benjamin Constant realizou uma visita especial: alunos do 1º ao 7º ano do Ensino Fundamental exploraram estandes com propostas de interatividade sensorial, e também puderam conhecer a Biblioteca Fantástica, um dos principais espaços de imersão da edição deste ano.
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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