Cidades
Prefeitura de Várzea Grande denuncia golpes envolvendo programas habitacionais
Cidades
A Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, alerta à população sobre a atuação de golpistas que estão utilizando indevidamente o nome da secretaria para aplicar fraudes relacionadas a programas habitacionais de interesse social.
Criminosos têm se passado por servidores públicos e representantes da Prefeitura, entrando em contato com cidadãos por meio de mensagens, ligações telefônicas, WhatsApp e até presencialmente, solicitando pagamentos para supostas inscrições ou promessas de recebimento de casas populares. Em alguns casos criam histórias para induzir às vítimas ao erro.
A Secretaria esclarece que não há qualquer cobrança de taxas, valores ou pagamentos para participar dos programas habitacionais oferecidos pelo Município em parceria com demais órgãos estaduais e federais. Todos os processos relacionados à habitação de interesse social são inteiramente gratuitos e realizados exclusivamente pelos canais oficiais da Prefeitura.
A Secretaria reforça que o único local autorizado para atendimento presencial é a sede da pasta, localizada na Avenida da FEB, nº 2138, bairro Ponte Nova.
A população que tiver sido vítima ou tiver informações sobre esse tipo de golpe deve procurar imediatamente a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência e fornecer as informações dos criminosos envolvidos. As autoridades competentes já foram acionadas e as providências legais estão em andamento para coibir esse tipo de crime.
A Prefeitura reforça seu compromisso com a transparência e orienta que qualquer dúvida ou denúncia seja feita pelos canais oficiais da Ouvidoria Municipal: telefone 0800 647 4142, WhatsApp (65) 98472-3140, sistema Fala.BR ou presencialmente na Avenida Castelo Branco, nº 2.500, Centro Sul, das 8h às 12h e das 14h às 18h.
Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação de Várzea Grande
Cuiabá
Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas
A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.
Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.
“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.
A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.
A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.
A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.
Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.
“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.
A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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