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Três Homens de Fé: exposição em Salvador celebra os santos juninos

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Ao todo, 17 artistas visuais baianos celebram a religiosidade popular e a cultura das festas juninas. A mostra Três Homens de Fé, Antônio, João e Pedro,  apresenta trabalhos que expressam a trajetória e o legado dos três santos mais populares do mês de junho.

Segundo o curador da exposição, Mário Edson, os artistas foram convidados a interpretar essas figuras sacras a partir do imaginário coletivo, crenças e tradições culturais.

“A ideia era pesquisar sobre a vida dos três, para que a questão não se prendesse apenas à estética, mas tivesse um viés da simbologia de cada um deles. Cada imagem guarda uma representatividade baseada nos elementos que a compõem. Cada santo tem os elementos que formam a sua imagem, e esses elementos transitam no universo deles e nos trazem a mensagem que eles querem passar.”

As obras expostas vão de fotografias a mosaicos, passando por pinturas, digitais, esculturas, colagens e técnicas mistas. Cada peça traz uma leitura singular sobre a representação artística do sagrado. O curador Mario Edson ressalta ainda que a exposição valoriza a conexão entre arte, fé e tradição popular.

A exposição Três Homens de Fé, Antônio, João e Pedro segue aberta até o dia 30 de junho, de segunda a sábado, das 13h às 19h, no Espaço Uno, na Rua da Ordem Terceira, no Pelourinho, Salvador (BA) com visitação gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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